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Estudante cria vestido de camisinhas |



Mulheres agora podem usar camisinhas como roupa, graças ao estudante vietnamita Nguyen Minh Tuan, que criou um vestido inteiramente feito de preservativos. Ele fez a peça como projeto de graduação na Universidade Van Lang, em Ho Chi Minh. O vestido ganhou o nome “Quebrando o Taboo da Camisinha”, e é feito com 700 camisinhas.
O estudante afirma que criou o vestido com um propósito – de chamar atenção para a causa do uso de preservativo entre a população do país. De acordo com Tuan, a atitude dos vietnamitas sobre o sexo e sexo seguro precisa mudar. Então ele decidiu fazer o trabalho como parte do Dia Mundial da AIDS, em primeiro de dezembro. Ele espera que o vestido encoraje as pessoas a usar camisinha e proteger seus parceiros das doenças sexualmente transmissíveis.
A roupa até que é bonita, e ganhou elogios de designers e modelos do mundo. De fato, a não ser que o vestido seja analisado muito de perto, é difícil dizer que é feito de camisinhas. Ele está sendo descrito como versátil e direcionado a diferentes tipos de corpo.
Apesar do látex já ter sido usado na moda antes, talvez seja a primeira vez que um vestido é feito inteiramente com camisinhas na forma original. E é claro que é muito improvável que ele um dia chegue a estar em vitrines. Dificilmente, algumas mulheres o usariam, mesmo que seja bonito. É incerto o que Tuan espera com sua criação. Por enquanto, ele parece feliz em criar um lembrete do uso de camisinha e do sexo seguro.

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Luz: O Que É Isso? |


luz

Algo muito simples?

Até parece. Você acorda no meio da noite para ir ao banheiro, está escuro, você não enxerga nada. Um simples toque num botão e pronto, tudo fica claro, “Fiat Lux”, fez-se a luz. Simples, não? Mas será que você já parou para pensar o que é a luz? Claro, é preciso ser meio maluco para pensar nesse tipo de coisa, mas é graças aos meio malucos que o conhecimento progride.

Nos primórdios

A ideia de que a luz seria um corpúsculo vem desde a Antiguidade, com o atomismo de Epicuro e Lucrécio. No século I a.C., Lucrécio, dando continuidade às ideias dos primeiros atomistas, afirmou que a luz solar e o seu calor eram compostos de pequenas partículas. No século XVII, Sir Isaac Newton também sugeriu que a luz era composta de pequenos corpúsculos, ou seja, partículas. Nos dois séculos seguintes, contudo, experimentos demonstraram que a radiação luminosa era composta de ondas, como descreveu, no século 19, o escocês James Maxwell.

Einstein, sempre Einstein

Posteriormente, inspirado pela mecânica quântica do alemão Max Planck, Albert Einstein bagunçou tudo outra vez,  ao apresentar, em 1905, uma descrição da luz que só seria válida caso ela fosse composta de… partículas. Foi por esse trabalho (e não pela relatividade) que Einstein ganhou seu Nobel. De acordo com ele a luz se comporta, ora como onda, ora como partícula. Mas o que determina quando a luz age como uma ou outra? Essa é a grande maluquice.
Um dos fenômenos que indicam que a luz é onda é a chamada interferência, ou seja, o fato de que ondas luminosas, quando passam a certas distâncias, podem interferir umas com as outras. A melhor forma de observar isso é ver uma parede com duas fendas estreitas, uma ao lado da outra, por onde a luz deve passar e ser projetada num anteparo atrás da parede. Quando as duas fendas estão abertas, o padrão de luz e sombra que se vê no anteparo é uma série de listras (o esperado, caso as ondas luminosas estivessem interferindo umas com as outras). Ao se fechar uma das duas fendas, o padrão listrado some e sobra apenas uma faixa intensa de luz (ou seja, a interferência some).

Mais doideira

A doideira maior é quando os cientistas enviam um fóton por vez na direção da parede. Com as duas fendas abertas, eles atingem o anteparo, um após o outro, numa distribuição compatível com o padrão de listras. Mas, se cada fóton está viajando sozinho na direção da parede, ele só tem duas opções: passar por uma fenda ou pela outra. Ao escolher uma delas, como ele pode causar interferência com ele mesmo? Pois é, mas acontece. Parece que o fóton, mesmo sendo um só, passa pelas duas fendas ao mesmo tempo. E tem mais: não dá para prever exatamente aonde um dado fóton vai atingir o anteparo. O padrão ondulatório descreve a probabilidade que uma partícula tem de ir, mas não determina aonde cada fóton vai. É o chamado princípio da incerteza, da mecânica quântica, em ação. A Teoria Quântica pode calcular a probabilidade do destino dessas partículas. Mas é incapaz de dar um significado claro a esses fenômenos.

Muitas perguntas, poucas respostas

Será que o mundo quântico é mesmo probabilístico? Einstein, que dizia que Deus não joga dados, jamais aceitou essa tese. Em 1954, ele descreveu sua frustração em uma carta, dizendo: “Todos esses 50 anos de reflexão conscienciosa não me deixaram mais perto da resposta à pergunta: O que são os quanta de luz?” Hoje, parte dos físicos acredita que o mundo das partículas é probabilístico e outros – como o vencedor do Nobel de Física de 1999, Gerardus Hooft – imaginam que há uma verdade além do mundo quântico. “Acredito que as leis da natureza não sejam mecânico-quânticas, mas muito mais determinísticas e explicáveis pela matemática”, diz Hooft. É a mesma suspeita que Einstein teve e para a qual, até agora, ninguém chegou a uma resposta satisfatória.

Algo muito simples?

Até parece. Você acorda no meio da noite para ir ao banheiro, está escuro, você não enxerga nada. Um simples toque num botão e pronto, tudo fica claro, “Fiat Lux”, fez-se a luz. Simples, não? Muito simples, na verdade. Tão simples que nem mesmo os maiores sábios da Terra conseguiram compreender até hoje.
Disse Deus: haja luz. E houve luz. Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. (Gênesis 1: 3-5)
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3 Curiosidades Fantásticas |


neve

Quem diz que foi abduzido por E.Ts. pode ter sonhado

É comum ouvir depoimentos de pessoas que juram ter sido abduzidas por alienígenas. Mas não há nenhuma prova que comprove situações como essa. Esses indivíduos estariam mentindo? Não necessariamente. Um estudo sugere que eles podem ter tido sonhos lúcidos. Um centro de pesquisas, nos EUA, estuda a projeção da consciência, um estado em que pessoas têm sonhos vívidos e atividade extracorpórea enquanto dormem. Pesquisadores do centro instruíram 20 voluntários e mais da metade deles teve pelo menos uma experiência fora do corpo e sete conseguiram fazer pelo menos um aparente contato com seres extraterrestres durante as experiências de sonho.
O pesquisador afirmou que, se pudesse treinar pessoas a sonharem com um encontro alienígena realista, poderia provar que muitos relatos desses encontros são apenas frutos da imaginação. Quando as pessoas têm experiências de abduções alienígenas durante a noite, não sabem que estão sonhando e tendo uma experiência fora do corpo. Estima-se que, pelo menos um milhão de americanos, tenha esse tipo de experiência todos os anos.

Russos garantem: o Abominável Homem das Neves existiu

Nenhum homem, até hoje, conseguiu provar que o Himalaia foi de fato habitado um dia por um gigante, filho de um rei macaco com uma ogra, como diz a lenda. Mas os russos garantem ter achado duas provas indiscutíveis: mechas de cabelo e grandes pegadas na neve. O suficiente, segundo os pesquisadores, para colocar as possibilidades de existência do ieti em 95%. Essa criatura teria habitado partes da China, Nepal e Rússia, por onde passa a Cordilheira do Himalaia. A maioria dos pesquisadores se concentrou na China e Nepal em busca da fera. Mas fizeram suas descobertas em uma caverna na Rússia. Trata-se de uma criatura grande, mas nem tanto: estima-se que o ieti pese entre 100 e 200 quilos, tenha não mais do que dois metros de altura, seja musculoso e coberto de pelo ruivo ou escuro.
Outras expedições, ao longo das décadas, já informaram ter encontrado vestígios do “monstro”. A maioria delas foi feita por escaladores ou nativos que trabalham como guias de montanha. Um dos poucos que tentaram isso foi o desbravador Reinhold Messner, que chegou a escrever um livro sobre o assunto. As demais pesquisas, como esta última dos russos, acharam pistas como pegadas na neve ou pedaços de cabelo, mas nenhuma delas passou fase da suposição. E do ceticismo.

OVNIs visitaram a civilização Maia

Extraterrestres contactaram a civilização maia no México, milhares de anos atrás. É o que garante o produtor de cinema Raul Julia-Levy – e ele diz que vai provar isso em seu próximo filme “Revelations of the Mayans 2012 and Beyond” (Revelações dos Maias, 2012 e Além – em português).
As afirmações deste novo documentário não são novidade – mas as evidências para essas alegações ainda tem que ser mostradas. O que é esta nova evidência que vai fazer a Terra tremer? Os cineastas estão sendo discretos sobre o que exatamente eles têm em mãos, mas o ministro do turismo do México emitiu um comunicado dizendo que o contato entre os maias e os extraterrestres é apoiado por traduções de verdadeiros manuscritos.
O produtor Julia-Levy insiste que o filme é um documentário, não ficção científica e rejeita as especulações de que o filme é uma manobra oportunista para capitalizar o interesse da visão apocalíptica do calendário maia do ano de 2012. Ele acredita que nada menos do que a sobrevivência da humanidade pode depender das pessoas assistirem o filme, para o bem da humanidade.
A história promete ser cheia de revelações sobre coisas nunca divulgadas, que vão abalar as estruturas da Terra.
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A teoria do 11 |


wjw058lq Mais uma sexta-feira! Dia de postar uma curiosidade mais descontraida e divertida.
O 11 passou a ser um número inquietante. Podem pensar que é uma casualidade forçada ou simplesmente uma tontice, mas o que está claro é que há coisas interessantes, senão, vejamos:
1) New York City tem 11 letras.

2) Afeganistão tem 11 letras.

3) ‘The Pentagon’ tem 11 letras.

4) George W. Bush tem 11 letras.

Até aqui, meras coincidências ou casualidades forçadas (será???).
Agora começa o interessante.

1) Nova Iorque é o estado Nº 11 dos EUA.

2) O primeiro dos vôos que embateu contra as Torres Gêmeas era o Nº11.

3) O vôo Nº 11 levava a bordo 92 passageiros; somando os numerais dá: 9+2=11.

4) O outro vôo que bateu contra as Torres, levava a bordo 65 passageiros, que somando os numerais dá: 6+5=11.

5) A tragédia teve lugar a 11 de Setembro, ou seja, 11 do 9, que somando os numerais dá: 1+1+9=11.
E agora o inquietante.

1) As vítimas totais que faleceram nos aviões são 254: 2+5+4=11.

2) O dia 11 de Setembro, é o dia número 254 do ano: 2+5+4=11.

3) A partir do 11 de setembro sobram 111 dias até ao fim de um ano.

4) Nostradamus (11 letras) profetiza a destruião de Nova Iorque na Centúria número 11 dos seus versos.
Mas o mais chocante de tudo é que, se pensarmos nas Torres Gêmeas, damo-nos conta que tinham a forma de um gigantesco número 11.

E, como se não bastasse, o atentado de Madrid aconteceu no dia 11.03.2004, que somando os numerais dá: 1+1+0+3+2+0+0+4=11.

Intrigante, não acham??

E se esqueceram que o atentado de Madrid aconteceu 911 dias depois do de New York, que somando os numerais 9+1+1=11!!!!

E AGORA o mais arrepiante:
Corinthians, tem 11 letras, tem 11 jogadores e sua fundação foi em 1910, que somando os numerais dá 1+9+1+0=11.
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Voce ja viu um Teclado Japones? |


Voce-ja-viu-um-Teclado-Japones
Um teclado sempre apresenta diferenças de acordo com o idioma para o qual está configurado. O teclado em português do Brasil, por exemplo, tem teclas para o acento grave (o “`”, que indica crase) e o Ç, símbolos próprios da nossa língua. O mesmo acontece em outros países: os espanhóis têm a tecla “Ñ“, os gregos têm os caracteres que representam letras como “alfa“, “beta” e “gama” e assim por diante.
A coisa complica um pouco para idiomas não-ocidentais. Vamos pegar o exemplo do japonês: na terra do sol nascente, eles escrevem com dois silabários de 43 caracteres (lembre-se: o nosso alfabeto tem só 23 letras) e com um sistema de centenas de ideogramas, sinais que representam conceitos ou idéias.
Para fazer esse monte de símbolos caberem em um teclado de computador, os japoneses precisaram usar a cabeça. A solução foi engenhosa: as sílabas mais usadas são acessadas diretamente, as menos usadas aparecem com a ajuda de teclas de apoio e os ideogramas surgem na tela dos programas de edição de texto.
Não é tão complicado: basta se habituar à configuração do teclado, como você confere nos exemplos do infográfico abaixo. QUESTÃO DE PRÁTICA Japoneses usam dezenas de caracteres com a ajuda de teclas de apoio e editores de texto SÍLABAS MAIS USADAS Os principais elementos da escrita japonesa são dois silabários (conjuntos de sílabas), cada um composto por 43 caracteres.
Desse total, os mais usados aparecem impressos diretamente no teclado.
Basta apertar a tecla correspondente e a sílaba aparece na tela SÍLABAS MENOS USADAS As sílabas menos usadas também aparecem impressas no teclado, mas em tamanho menor. Para acessá-las, é preciso acionar a tecla correspondente junto com alguma tecla de apoio ? o shift, por exemplo.
É o mesmo processo que a gente usa para digitar letras maiúsculas IDEOGRAMAS Além do silabário, a escrita japonesa também utiliza centenas de símbolos que representam conceitos ou idéias, os ideogramas. Para digitá-los, o usuário precisa de algum programa de edição de texto que ofereça uma lista de todos os ideogramas. Daí, basta clicar no atalho da lista de ideogramas (digitando alt + “) e escolher o seu ? o processo é parecido com a opção “inserir símbolo” do Word
Veja como ele é:
teclado-japones1.jpg
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