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.xxx domínios para endereços online pornográficos vão à venda |



Endereços web terminados em .xxx entraram recentemente à venda em geral. O domínio será um “distrito” virtual pornográfico e gerou anos de debate.
Cerca de 100.000 endereços já foram comprados em uma venda restrita. As primeiras páginas foram ao ar em setembro.
Duas das maiores empresas de pornografia acusaram a ICM Registry – que supervisiona os endereços – de ser “anticompetitiva” e um “monopólio”.
A ICM Registry disse que os processos são “sem mérito”, acrescentando que pretende se defender.
Manwin Licensing and Digital Playground afirma que a decisão de criar .xxx é falha e que a ICM Registry abusou da sua posição. Eles estão processando a Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (Icann), que supervisiona os endereços da web, e também a ICM Registry.
A venda pública do domínio chegou depois de anos de discussões sobre se um endereço de conteúdo específico para adultos era necessário. O movimento foi finalmente aprovado em março pela Icann.
A decisão pôs fim a uma batalha de uma década da ICM Registry, que ganhou o direito de administrar o novo domínio, e colocou .xxx em pé de igualdade com endereços mais convencionais, como .com e .org.
Manwin – que admistra os sites Playboy – afirma que a ICM Registry estava cobrando taxas anuais de cerca de 60 dólares (105 reais) por endereço, o que é 10 vezes a taxa cobrada por outros nomes de domínio comparáveis.
Porém, a ICM diz que seu preço é comparável com outros prestadores de serviços, e que há economias de escala em jogo. Por exemplo, o .com vende 100 milhões de nomes em um ano.
ICM Registry está confiante de que o novo endereço irá “agir como uma alternativa responsável para sites de conteúdo adulto”. Os endereços serão mais seguros do que sites de pornografia tradicional, em parte, porque vão ser diariamente digitalizados pela empresa de segurança MacAfee.
A companhia também contratou a desenvolvedora de software para desenvolver rótulos de segurança que tornariam mais fáceis para os usuários, especialmente os pais, ajustar as configurações de seu browser para restringir o acesso a tais sites.
Cerca de 250 milhões de páginas de conteúdo adulto já foram rotulados com o sistema.
O site .xxx, que detalha como os interessados podem registrar o seu domínio, recebeu quase um milhão de visitantes. Empresas e indivíduos que não querem seu nome associado a pornografia podem pagar uma taxa única entre 260 a 530 reais, dependendo de qual empresa registram seus domínios.
Por exemplo, a atriz pornográfica do Reino Unido Teresa May poderia desejar concorrer a um domínio .xxx, enquanto a Ministra do Interior britânica Theresa May pode considerar proteger o seu nome.
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Google lança loja de música para concorrer com iTunes nos EUA |


Diretor de Conteúdo Digital para Android, Jamie Rosenberg, anuncia a abertura do serviço nos Estados Unidos. Foto: Getty Images Diretor de Conteúdo Digital para Android, Jamie Rosenberg, anuncia a abertura do serviço nos Estados Unidos

Confirmando rumores, o Google anunciou em evento na noite desta quarta-feira (horário de Brasília) em Los Angeles, na Califórnia, o Google Music. O diretor de Conteúdo Digital para Android, Jamie Rosenberg, subiu ao palco e afirmou que estava lá para "falar de música". O serviço, lançado em maio, estava na versão Beta e foi aberto para todos os usuários nos Estados Unidos. Os usuários poderão comprar músicas pela Android Market, em um formato semelhante ao iTunes, da Apple, e compartilhar o conteúdo pelo Google+.

Em um cenário cercado por elementos que lembram a música, com imagens de John Lennon, aparelhos de som e até mesmo uma banda tocando em um palco secundário, o Google afirmou que o serviço permanecerá gratuito, e vai permitir subir música para a nuvem e distribuir em diversos dispositivos, com opções que incluem playlists específicas, ouvir a música em streaming e também no modo offline.

Pelo Android Market, o usuário pode ver biografia, discografia, alguns dados de turnês e clipes de cada um dos artistas cadastrados. Segundo a empresa, a loja vai receber uma música grátis por dia. Os usuários podem armazenar nos servidores do Google Music até 20 mil músicas gratuitamente. Outra grande novidade é a integração com o Google+, que permitirá que os usuários comprem uma música e a compartilhem com os amigos, que podem ouvir o título completo pelo Stream da rede social.

O Google anunciou também que já foram ativados mais de 200 milhões de dispositivos Android, o que representa 550 mil novas ativações por dia. Em maio, a empresa havia anunciado 100 milhões de aparelhos.
Parcerias

A gigante da internet firmou acordo com empresas como Universal, Sony, EMI, além de gravadoras independentes, que irão fornecer conteúdo para o serviço. Além disso, clientes da operadora de telefonia americana T-Mobile poderão pagar pelas músicas diretamente pela conta telefônica.

O Google Music contará com diversos artistas exclusivos, como Rolling Stones, que vão lançar seis álbuns ao vivo exclusivamente pelo serviço até o fim do ano, Coldplay, Shakira, Pearl Jam, Dave Matthews Band e Busta Rhymes, que lançará seu próximo disco pelo Google Music. Além disso, o Google anunciou o Artist Hub, serviço voltado para os artistas independentes, que podem personalizar suas páginas e vender suas próprias músicas e determinar os preços, ficando com 70% do valor pago pelos usuários.

Sonora
O Terra oferece há mais de cinco anos o Sonora, serviço online que permite ouvir milhares de músicas. O serviço é o mais completo canal de música da América Latina, e traz canções 100% legalizadas, lançamentos nacionais e internacionais exclusivos e a possibilidade de compartilhar os títulos por email, Facebook, Twitter e Orkut.

No Sonora o usuários pode ouvir música ilimitada pela web ou baixar títulos em MP3 para ouvir no PC, celular e tablet.
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